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quarta-feira, março 25, 2009

Vampire Weekend

Há mais de uma semana que não consigo deixar de ouvir Vampire Weekend. Uma verdadeira lufada de ar fresco!

domingo, dezembro 07, 2008

Memória dos oitenta



The Sound - Sense Of Purpose. Uma boa memória dos anos oitenta.

sexta-feira, outubro 03, 2008

The Byrds - Turn, Turn, Turn (1965)

Uma das melhores canções pop escritas até hoje. Há 43 anos esta música estava no nr. 1 do top Billboard. Muito bom!

quarta-feira, setembro 10, 2008

The Future Is Unwritten


Um tocante documentário sobre Joe Strummer (1952-2002), antes, durante e depois dos Clash. O documentário é realizado por Julien Temple, vizinho do músico. Vários amigos de Joe sentam-se à volta de uma fogueira para falar, rir, chorar e recordar o músico, mas principalmente o homem. Arquivos das actuações dos Clash são deliciosos. Para recordar.

sexta-feira, junho 13, 2008

Scarlett Johansson


Anywhere I Lay My Head, um disco de versões desta menina do cinema, musa de Woddy Allen e não só dele, permitam-me dizer. A voz faz lembrar Nico dos Velvet, naquele timbre de menina arrependida e inocente, bbbbbbbbbbrrrrrrr, arrepio na espinha. Para ouvir vezes sem fim enquanto estudo as lutas entre Platão e Protágoras. As canções são de Tom Waits, com novos e muito bem conseguidos arranjos, além disso a rapariga não fica mal na fotografia, ai não fica não.


boomp3.com

domingo, abril 13, 2008

10 canções - parte 9/10



The The - This Is The Day


Esta é dedicada à POP INGLESA, à boa pop inglesa dos Violent Femmes, The Sound, Talking Heads, The Smiths, Duran Duran, Dexy's Midnight Runners, The Waterboys, The Psychedelic Furs, Simple Minds, The Cure entre muitas outras bandas. Esta música é me especial porque contém no seu âmago uma promessa de mudança, uma alteração da rotina, um novo dia, um nascer do sol, uma nova oportunidade. Fazia-me sentir bem e vivo quando a dançava em festas do verão da minha adolescência e ainda hoje sou um pouco conquistado por essa promessa e isso é tudo que me atrevo a pedir a uma música. Esta música faz parte da banda sonora da minha vida.

quinta-feira, abril 10, 2008

10 canções - parte 8/10




Tom Waits - I hope that i dont fall in love with you

Tom Waits! Que doce mistério! Tom Waits canta a vida, toda a vida, todos os pormenores de todas as vidas e quando assim é, um artista pode realmente ser chamado de artista, mas principalmente de Homem. Se eu conseguisse compor duas músicas de qualquer álbum dele, era um homem feliz com a arte e com o desejo que todos temos em alguma parte da nossa vida em expressarmos a nossa criatividade. Que estranha forma de vida, de expressão, de sentimento puro de vida. A música de Tom Waits é a música dos falhados, dos que se perderam na vida e no amor, mas talvez dizer isto seja redutor para o que aprendi nas suas letras. Quem canta a vida e morte nada teme, de nada tem medo. Para mim toda a música do século XX é representada por Tom Waits, numa altura ou outra da sua longa carreira. Primeiro estranha-se depois entranha-se como me disse alguém. Penso que é o cantor que mais fez pela música popular no século XX. Anos noventa, bem medidos! Podiam ser quase todas as músicas mas escolhi esta, do primeiro álbum (Closing Time, 1973), tinha eu um anito.

quarta-feira, abril 02, 2008

10 canções - parte 7/10



The Velvet Underground - Rock N Roll


Conheci os Velvet Underground talvez na década de oitenta, um álbum intitulado VU mas só lhes prestei atenção passados uns bons seis ou sete anos. A capa da banana, do Andy Warhol, o primeiro disco dos Velvet, apareceu-me um dia enquanto pesquisava uns discos usados numa loja da baixa da cidade. Fechei os olhos e pensei que se toda a gente me falava dos Velvet eles certamente tinham alguma coisa de interessante e, como todas as coisas boas não são facilmente perceptiveis ao primeiro contacto, mas necessitam de ser amadurecidas, decidi levar. Dois anos mais tarde já conhecia tudo que haviam para conhecer dos Velvet, do John Cale e do Lou Reed de quem sou fã incondicional (tenho de mencionar o álbum Transformers do Lou Reed de 1972, que na minha opnião é um grande disco de rock ´n´roll). Os Velvet Underground foram um cometa que passou e deixou o seu rasto de luz espalhado no universo da música. Se prestarmos atenção, podemos ainda ouvi-los, em centenas de bandas recentes. Fica aqui aqui o Rock ´n´Roll, mas podiam ficar outras canções (Pale Blues Eyes, I´ll Be Your Mirror, Sweet Jane, Heroin, After Hours), esta é talvez a que mais me marcou porque tocava uma versão numa banda que tive com uns amigos. Hasta!

sexta-feira, março 28, 2008

10 canções - parte 6/10


Pixies - Gigantic


A banda que me salvou a vida. Não literalmente claro, mas que me ajudou a perceber que o rock ´n´roll não estava morto. Anos noventa parece-me, mas não posso ter a certeza absoluta desse facto. O que posso ter a certeza absoluta é que os Pixies apareceram com o álbum Surfer Rosa (1988) quando já ninguém esperava por eles, e com isso, ajudaram na pós-revolução que segurou o rock, não o deixando desfalecer em lenta agonia, inflamando-o de ar fresco e puro que se prolongou talvez, até ao Nevermind dos Nirvana. Os Pixies são, e confesso agora e talvez nunca mais, a minha banda preferida de todos os tempos; se disserem que eu disse isto, eu desminto categoricamente. Escolhi esta música porque é cantada pela Kim Deal, desculpa Black Francis, eras tu ou o Lou Reed. Eu explico. Aqui a escolha está ligada ao facto doloroso de a próxima música nesta lista, não ser a Nico, dos Velvet Underground a cantar "I´ll Be Your Mirror", mas tinha de misturar a sedução feminina neste enredo, sem a vossa suavidade e encanto todas estas as listas ficam amputadas. A verdade, é que podia ter escolhido uma dezena de músicas dos Pixies, enfim todas.

terça-feira, março 25, 2008

10 canções - parte 5/10


U2 - Running to Stand Still


Não tenho a certeza se foi o álbum Boy de 1980, ou o War de 1983 o primeiro que conheci destes irlandeses que não precisam de apresentação, mas parece-me que essa informação não é importante, até porque a música que escolhi, depois de muito matutar, não é de nenhum deles, mas podia muito bem ser, como por exemplo I Will Follow ou New Year´s Day. As datas podem não ser as mais exactas e nem são assim tão relevantes, mas ainda estamos na década de oitenta. O meu melhor amigo tinha um irmão mais velho que tinha algumas pérolas em vinil entre as quais dois ou três álbúns dos U2, e mais algumas coisas muito apetíveis à nossa curiosidade juvenil. Passávamos algumas tardes a ouvir os discos às escondidas do irmão, e assim a minha dedicação pelos U2 foi-se cimentando pouco a pouco. Um dia arranjei coragem e lá pedi ao irmão mais velho, para me gravar uma cassete com os U2, mas não foi uma cassete normal, foi uma TDK Ferro de 90 minutos, virgem, uma preciosidade cravada aos pais. Na mesma altura e com o mesmo amigo, passávamos tardes a jogar Subbuteo e a ouvir em directo ou gravado (ainda tenho algumas dessas gravações) o programa de António Sérgio "Som da Frente" (agora quando ouço a sua voz em anúncios lembro-me sempre dessas tardes). Era a altura dos tele-discos, dos programas como o Countdown, numa época que a MTV (graças a deus), era ainda uma miragem. Echo And The Bunnymen e Joy Division são outras bandas que me ficaram desses tempos. Escolhi uma música do álbum Joshua Tree de 1987, porque nessa altura andava a aprender a tocar guitarra e esta música só tinha três acordes mas muita emoção, um lento crescendo ritmico que acompanha a letra como poucas vezes ouvi (Heroin dos Velvet é muito semelhante neste crescendo ritmo/letra. As notas são as mesmas). Centenas de vezes devo ter tocado e cantado esta música sozinho no quarto, até que me afeiçoei definitivamente a ela.

sábado, março 22, 2008

10 canções - parte 4/10



Ramones - Do You Remember Rock´n´Roll Radio

Os Ramones são do tempo das rádios piratas aqui no Porto, como a Rádio Caos (93.4 MHz) na Praça da República ou da Rádio Cultura (90.0 Mhz) no Marquês. Existia um programa, emitido pela Caos, todos os fins de tarde, que tinha como genérico a música dos Ramones, Do You Remember Rock ´n´Roll Radio. Cheguei nessa altura, com um amigo mais velho, a fazer alguns programas na Caos (tinhamos praticamente de pagar para manter o programa). Durante essas sessões fiquei a conhecer mais bandas do que até então. Aliás nunca tinha visto tantos discos juntos em toda a minha vida. Joy Division, Durutti Column, Echo And The Bunnymen, Killing Joke, U2, Cabaret Voltaire, Devo, The Fall, The Sonics, The Who, Bauhaus, entre muitas outras bandas que explodiam numa Inglaterra infestada pelo liberalismo de Thatcher e do pós-punk. Os Ramones são americanos mas marcam a minha passagem entre o punk e o pós-punk, a viragem para outro tipo de som, outras letras, outras músicas, o percurso até ai feito de dentro para fora, começou a fazer-se no sentido inverso. A quarta música é o Do You Remember Rock ´n´ Roll Radio para dançarem ai em casa, eu vou concerteza.

sexta-feira, março 21, 2008

10 canções - parte 3/10

Bruce Springsteen - Thunder Road

Seria muito injusto não referir a paixão que senti pelas músicas do Bruce Springsteen. Quase ao mesmo tempo do punk, aqui a ordem cronológica pode não ser a exacta, andei a coleccionar discos do Boss. A América fascinava-me na altura, ainda me fascina agora, e nada melhor do que as letras dos primeiros álbuns do Springsteen para sorver um pouco dessa terra tão distante e cheia de mistérios. Conheci a sua música quando foi lançado o mega-super estrondoso e lider de tops de vendas, Born In The U.S.A (1986), mas os discos antes desse são mais carne e sangue, mais sentimento, mais reais, mais a América desconhecida dos desalentos e terras prometidas. As auto-estradas que cruzam terriolas perdidas são a última salvação para quem quer fugir do vazio e partir atrás do sonho. Amores desavindos, filhos não programados, pessoas desempregadas e casas com hipotecas demasiado caras, gente que perde o norte e invariavelmente parte, gente como a gente realmente é. Curiosamente, ou não, foi através de pesquisas sobre o Springsteen que fiquei a conhecer escritores como Jack Kerouac e Jack London, cinestras como Coppola e os irmãos Coen e músicos como Elvis Costelo e Tom Waits, estavam os três num disco que comprei em homenagem a Roy Orbinson, chamado Roy Orbinson and Friends. O que sei sobre a América tem as suas raizes na música de Springsteen e se existe alguma canção que melhor junta as facetas da sua música é Thunder Road (1975), que fica aqui como a terceira música. Uma justa referência ao álbum Nebraska (1982), todo ele acústico e o único que ainda ouço com prazer hoje em dia.

quinta-feira, março 20, 2008

10 canções - parte 2/10


Tha Clash - Spanish Bombs

Fins dos anos oitenta, o punk já tinha estalado há muito tempo em Inglaterra, mas em Portugal estava no auge, para mim claro. Foi em casa de um amigo meu que ouvi o London Calling dos Clash pela primeira vez. Apesar de ele estar sempre a ouvir a música que intitula o álbum, eu sempre preferi o Spanish Bomb. Se tenho de fazer uma lista, tenho de incluir o Spanish Bomb. Mas para incluir esta música como icón daquele época, tenho também de falar certamente de músicas dos Sex Pistols, dos Ramones, dos Television, dos Buzzcoks, da Patti Smith, dos Dead Kennedys e de outros tantos. Esta é segunda canção mas a terceira deve certamente sair da lista de bandas que mencionei em cima.

quarta-feira, março 19, 2008

10 canções - parte 1/10


Sérgio Godinho - Com Um Brilhozinho Nos Olhos

Hoje acordei de sonhos inquietantes. Um sonho não termina quando acordamos, mas que se prolonga pelo resto do dia como uma pulga que teima em ser descoberta. Neste sonho pediram-me para escolher as dez melhores canções de sempre e os dez melhores livros de sempre. Acordei com suores frios e tremoras mas, apesar de tudo não passar de um enorme pesadelo, vi-me na obrigação de levar a cabo tão assustadora tarefa. Passei o dia a remoer nas músicas que me tinham marcado e decidi começar pela mais tenra idade. Recuei no tempo, recuei tanto que acabei a remexer em velhas caixas cheias de pó e cassetes baforentas até descobrir, bem lá no fundo, uma gravação de 1975, feita com os meus tios. Na fita negra esta gravado uma pequena voz cantando, Grrrrrandola Bela Morrrrrena. Em música de fundo ouviam-se as palmas da família babada. Deveria o Grandola Vila Morena a primeira desta lista? E o Com Um Brilhozinho nos Olhos do Sérgio Godinho já lá para os oitentas? A primeira música que soube cantar do princípio ao fim? E a Balada da Rita e o Antes no Poço da Morte? Gosto muito da música do Zeca, mas já não bateu forte para quem nasceu em 72, apesar de nunca ser tarde demais. A primeira música vai para o Sérgio Godinho, chama-se Com um Brilhozinho nos Olhos (É que hoje fiz um amigo e coisa mais preciosa no mundo não há), e engloba a Balada da Rita, Antes do Poço da Morte e Grandola Vila Morena do Zeca Afonso. Já agora uma menção honrosa para o Bairro do Amor do Jorge Palma, praticamente da mesma altura, mas descoberta bem mais tarde. A partir daqui as escolhas tendem a ficar mais nebulosas.

terça-feira, março 18, 2008

The Black Keys

The Black Keys são uma banda de blues-rock composta por Daniel Auerbach (voz e guitarra) e Patrick Carney (bateria), de Akron, Ohio. Conheço bem o álbum Rubber Factory, o primeiro que ouvi e que ainda hoje me parece o mais conseguido e nunca mais deixei de lhes seguir os passos. Attack & Release lançado este ano, trás boas recordações e é de ouvir com atenção. A designação blues-rock não é inocente já que considero que a mescla que eles conseguem entre dois géneros é assinalável, muito inteligente e sensível. A técnica de Slide, que consiste em deslizar um pequeno tubo oco sobre as cordas eléctricas, trás à lembrança as paisagens de Ray Cooder e mais recentemente Ben Harper. Deixo aqui uma música de Rubber Factory.
Discografia completa

The Big Come Up (2002)
Thickfreakness (2003)
Rubber Factory (2004)
Magic Potion (2006)
Attack & Release (2008)


The Black Keys_the lengths

domingo, março 16, 2008

Amy Winehouse & Joss Stone

Em que estas duas cantoras se assemelham? Primeiro as divinas vozes de ambas e um conjunto de boas e algumas excelentes músicas. Em segundo, o facto se serem ambas Inglesas e não Norte-Americanas. Estranho? Talvez não. O facto de serem ambas brancas a cantar músicas com raízes negras, como o Blues? Estranho? Claro que não, os Rolling Stones fizeram isso nos anos sessenta. E quais são então as diferenças além das óbvias? Lembram-se da polémica sobre Joss Stone quando se falou de como era possível uma rapariguinha de 18 anitos, protegida da aspereza da vida por uma educação cuidada, proveniente dos subúrbios de Londres, e que saltou para o estrelato numa espécie de “Chuva das Estrelas” made in England, ter uma voz comparável a Aretha Franklin, a diva Americana que tinha sofrido nos becos urbanos a agrestes desventuras emocionais? Uma voz que toda a gente sabia cantar a dor e a tristeza de uma vida vivida e dolorosa? Não, não era possível! Como podia ser possível?

Porque que é que o público americano prestou mais reverência e entusiasmo a Amy? Porque ela é aquilo que uma cantora de blues tem de ser. Aquele redemoinho anárquico que gira na vida privada de Amy, é o que todos queremos ver. As drogas, o álcool, namorado na prisão, clínicas de reabilitação todos os meses. Ela sim tem o direito para cantar os Blues. Terá? Ela sofre o suficiente para a sua voz conter a angústia dos Blues. Sofrerá?

Quem tem direito a quê? Parece-me, de facto, e dou o braço a torcer, que sinto mais a rua, o sangue e a ruína emocional na voz de Amy, do que na de Joss Stone. Serão as letras das músicas? Será impressão? Será indução? Quem sabe? Talvez não seja realmente possível uma miúda sem calos ter a mesma voz de Aretha Franklin. E Amy será uma miúda mimada? Existe sempre qualquer coisa, qualquer coisa que vem de dentro, mas de tão dentro que é impossível imitar. Talvez nada disto tenha importância alguma para quem ouve com prazer a música de ambas. Mas a história, esse rolo compressor, dirá de sua justiça daqui a quase nada.

quinta-feira, outubro 12, 2006

Canções 11



Sobre Tom Waits já disse tudo num post de 31 de Março (Canções 8), só não tinha ainda descoberto o YouTube nessa altura.
Video realizado por Jim Jarmusch.

sábado, abril 29, 2006

Canções 9

PINK FLOYD

Nobody Home

I've got a little black book with my poems in.
Got a bag with a toothbrush and a comb in.
When I'm a good dog, they sometimes throw me a bone in.
I got elastic bands keepin my shoes on.
Got those swollen hand blues.
Got thirteen channels of shit on the T.V. to choose from.
I've got electric light.And I've got second sight.
And amazing powers of observation.
And that is how I know
When I try to get through
On the telephone to you
There'll be nobody home.
I've got the obligatory Hendrix perm.
And the inevitable pinhole burns
All down the front of my favorite satin shirt.
I've got nicotine stains on my fingers.
I've got a silver spoon on a chain.
I've got a grand piano to prop up my mortal remains.
I've got wild staring eyes.
And I've got a strong urge to fly.
But I got nowhere to fly to.
Ooooh, Babe when I pick up the phone
There's still nobody home.
I've got a pair of Gohills bootsand I got fading roots.
Volto sempre ao Roger Waters quando me sinto assim...

sexta-feira, março 31, 2006

Canções 8

I wish I was in New Orleans - Tom Waits

Well, I wish I was in New Orleans
I can see it in my dreams
arm-in-arm down Burgundy
a bottle and my friends and me
hoist up a few tall cool ones
play some pool and listen to that
tenor saxophone calling me home
and I can hear the band begin
"When the Saints Go Marching In"
by the whiskers on my chin
New Orleans, I'll be there

I'll drink you under the table
be red nose go for walks
the old haunts what I wants is
red beans and rice
and wear the dress I like so well
and meet me at the old saloon
make sure there's a Dixie moon
New Orleans, I'll be there

and deal the cards roll the dice
if it ain't that ole Chuck E. Weiss
and Clayborn Avenue me and you
Sam Jones and all
and I wish I was in New Orleans
I can see it in my dreams
arm-in-arm down Burgundy
a bottle and my friends and me
New Orleans, I'll be there.




Podia ser outra canção, mas optei por esta, uma das primeiras que ouvi (Small Changes, 1976), podiam ser dezenas de outras igualmente relevantes para mim. Mas escolhi esta e aqui fica a minha pequena homenagem a um dos melhores escritores de canções que conheci e que nunca tive a oportunidade de ver ao vivo.