sábado, maio 27, 2006

Ainda sou do tempo...





... do Café Luso, onde se faziam tertúlias intermináveis pela noite dentro. Deste Rés do Chão e da gente nocturna de toda a espécie que por ali se sentava. Do cheiro a haxixe entre as mesas e dos saudosos príncipes, a cerveja de pressão que fez história na cidade.

3 comentários:

guevara disse...

eu sou do tempo de passar aí já em obras.

francisco carvalho disse...

não sabes o que perdeste, Guevara!!

Fernando Moreira disse...

e das francesinhas! pois, tá claro!