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segunda-feira, janeiro 23, 2006

sexta-feira, janeiro 20, 2006

Cabaret II


Cabaret (1972)_Joel Grey, Michael York, Liza Minnelli


Cabaret (1972) _ Joel Grey


Cabaret (1972) _ Liza Minnelli, Joel Grey

quinta-feira, janeiro 19, 2006

domingo, janeiro 15, 2006

No Direction Home



O documentário de Martin Scorsese "Bob Dylan - No direction home", é no minimo muito bom (ver a série The Blues, produzida pelo mesmo realizador). A forma como Scorsese começa o documentário com um Dylan humano, cheio de falhas e contradições, a metarmorfose até a estrela mundialmente conhecida e o lento embalo que nos trás ao ponto de origem é um regalo sentimental. As entrevistas despidas de segredos de Bob Dylan são uma delícia.

sexta-feira, dezembro 30, 2005

Bom Ano






















Vou rever este filme ainda este ano. Passei a semana a ouvir a banda sonora.

terça-feira, novembro 08, 2005

45 Anos depois.



Quem conhece a obra de Hemingway ou Henry Miller, sabe que há cinquenta anos atrás, e após a libertação nazi, Paris era uma festa. Quem viu o fabuloso filme "O Ódio"(1995) de Mathieu Kassovitz, sabe o que é Paris hoje e não estranha as chamas que por lá se erguem.

quarta-feira, outubro 05, 2005

Cinemascópio - Ciclo: "Terra, Suor e Lágrimas"

SESSÃO DE SEXTA-FEIRA 7 OUTUBRO - 21H45

Auditório do Círculo Católico de Operários do Porto
Rua Duque de Loulé, 202
ENTRADA GRÁTIS


OS RESPIGADORES E A RESPIGADORA de Agnés Varda
(Les Glaneurs et la Glaneuse, França, 2000, 82min.)


"É um filme que nasce de uma espécie de movimento de improviso - foi assim, aliás, que quase sempre nasceu o "documentário" na obra de Agnès Varda. E como esse movimento é importante, o filme incorpora a sua assumpção: "Les Glaneurs" auto-explica-se, quanto à sua génese, quanto às suas intenções, quanto ao aproveitamento de pequenos acasos (pequenas "coisas inúteis", diria Varda) de onde alguma coisa pode nascer.
Se, tendo como motivo visual um célebre quadro de Millet, o filme é sobre os "respigadores" do final do século XX (e sobre o que é que se "respiga" no final do século XX), a glaneuse é a própria Agnès Varda, a recolher imagens, lugares, pessoas ideias, e a fazer desse trabalho de recolha a matéria essencial do seu filme. O que conta é a perscrutação do real, a confiança nas suas próprias capacidades de uma "auto revelação" mais ou menos poética – foi um pouco isto que Varda sempre fez no documentário, talvez por herança da sua formação enquanto fotógrafa, e "Les Glaneurs...", muito por se construir sobre resíduos e "sobras", até permite o reenvio para L'OPERA MOUFFE, uma das suas primeiras curtas-metragens, e um título emblemático na definição da sua relação com o real.
Mas se é um filme sobre os "outros", de acordo com a "escola da modéstia" que o documentário é para Varda (servindo para revelar "o melhor que há nas outras pessoas), também é um filme sobre a própria autora, incapaz de se excluir dele. Sem querer forçar o auto-retrato, "Les Glaneurs" integra, de forma por vezes plenamente lúdica, um esboço de reflexão sobre o "aqui e agora" de Varda.
Daí resulta uma tensão que fornece enorme energia ao filme: a cineasta exibe a sua velhice, filma as suas mãos que a avisam de que " cesta bendito la fina"; mas como, por enquanto, "li Fiat prender la reate", "Les Glaneurs" é uma pequena celebração da vida, da acção e da liberdade. Que poderia ter o seu símbolo naquela pequena câmara vídeo e no modo como Varda se diverte a aprender a trabalhar com ela."


Luis Miguel Oliveira, Público, 17.11.00


Iniciativa:

ASSOCIAÇÃO PINTAR o 7
CinemaCidadeCultura


PRÓXIMA SESSÃO: SEXTA-FEIRA, 14 DE OUTUBRO – 21H45
"RIFF-RAFF" de Ken Loach

sexta-feira, julho 15, 2005

Cinema ao ar livre...

Não posso ver cinema ao ar livre!



Principalmente quando há um bar perto!



Não me consigo concentrar, perco o sentido ao filme e falamos da guerra do Iraque.