sexta-feira, dezembro 19, 2008
terça-feira, dezembro 16, 2008
my tender god
sexta-feira, dezembro 12, 2008
Sofia
segunda-feira, dezembro 08, 2008
10 livros de 2008
1 - "A estrada" - Cormac McCarthy (Relógio D'Água)
2 - "Na minha morte" - William Faulkner (Dom Quixote)
3 - "Indignaçao" - Philip Roth (Dom Quixote)
4 - "Discurso do método" - René Descartes (Edições 70)
5 - "Os imigrantes" - W.G. Sebald (Teorema)
6 - "O mal de Montano" - Enrique Vila-Matas (Teorema)
7 - " O Ouro" - Blaise Cendrars (Assírio & Alvim)
8 - "Que quer dizer tudo isto? - Uma iniciação à Filosofia" - Thomas Nagel (Gradiva)
9 - "Sputnik, meu amor" - Haruki Murakami (Casa das letras)
10- "Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens" - J.J.Rousseau (Europa-América)
domingo, dezembro 07, 2008
sábado, dezembro 06, 2008
John Rawls
sexta-feira, novembro 28, 2008
Cormac McCarthy

quinta-feira, novembro 06, 2008
Insultos com Classe
quarta-feira, novembro 05, 2008
YES WE CAN
sexta-feira, outubro 24, 2008
No Shit!
sexta-feira, outubro 03, 2008
The Byrds - Turn, Turn, Turn (1965)
Uma das melhores canções pop escritas até hoje. Há 43 anos esta música estava no nr. 1 do top Billboard. Muito bom!
quarta-feira, setembro 10, 2008
The Future Is Unwritten

Um tocante documentário sobre Joe Strummer (1952-2002), antes, durante e depois dos Clash. O documentário é realizado por Julien Temple, vizinho do músico. Vários amigos de Joe sentam-se à volta de uma fogueira para falar, rir, chorar e recordar o músico, mas principalmente o homem. Arquivos das actuações dos Clash são deliciosos. Para recordar.
segunda-feira, setembro 01, 2008
Teorema Versus Nick Hornby

"Mas lhe podes dar o número do meu telemóvel" - pág.129
"...porque nenhum dos outros percebia nada de do assunto." - pág.196
"...dois deles a sussurrarem anedotas portas..." - pág.215
"...que gere uma empresa multinacional às noite..." - pág.223
"Não gostastes que eu dissesse que eu era teu pai..." (frase sem sentido no contexto) - pág.225
"...e eu tinha de o ajudar a na leitura." - pág.324
quinta-feira, agosto 07, 2008
O primeiro já está...venha o segundo.
1º Semestre
Filosofia Antiga I - 15 ; Filosofia do Conhecimento I - 14 ; Filosofia e Ciência Política I - 13 ; Lógica I - 10 ; Metodologia da Investigação - 14
2º Semestre
Filosofia Antiga II - 15 ; Filosofia do Conhecimento II - 13 ; Filosofia e Ciência Política II - 15 ; Lógica II - 11 ; Problemática da Filosofia e da História da Filosofia - 15
sábado, julho 12, 2008
Rage Against The Machine
sexta-feira, junho 13, 2008
Scarlett Johansson

boomp3.com
quinta-feira, maio 15, 2008
quarta-feira, maio 14, 2008
terça-feira, maio 13, 2008
Heraclito, séc. VI a.c
sábado, maio 10, 2008
Carta a Vila-Matas
Andei muito indeciso nestes últimos tempos, sobre se seria uma boa ideia escrever-te esta carta ou não, mas depois pensei que ficaria extremamente arrependido se não o fizesse. Talvez possamos trocar umas ideias sobre a vida. Quem sabe tenho uma resposta tua? Pouco mais criei do que umas frases coladas no disco duro deste computador e uns post-it com ideias, pelo menos eu julgo que são ideias, espalhados pelas paredes do escritório. A única coisa que tenho a certeza, é a de ser um bom leitor, ou melhor será dizer, um leitor regular. Mas também um dia deves ter sido assim, lutando contra o desejo de escrever e a arte de calar. Hoje em dia vivo nessa aflição, neste contrabalançar que vai da tentativa ao erro, do erro à tentativa. Um dia ganho forças e sento-me em frente à folha em branco, outros dias penso em tudo para não magicar enredos mentais, penso não pensar e deixar a vontade escoar pelo ralo para puder por fim, arte das artes, preguiçar sobre a vida. Mas por muitos trilhos que o comboio percorra, volta sempre à estação de partida e este desejo de juntar palavras tornou-se mais forte do que eu. A verdade caro Enrique, espero que não te pareça presunçoso este meu à vontade, é que sempre escrevi dentro da minha cabeça, histórias mais histórias que são pontas de novelos noutras histórias desenrolando em histórias, como o Escrevedor da Tia Júlia, esse delicioso romance de Vargas-Losa, onde as personagens de vários enredos se misturam na loucura final do fazedor das novelas radiofónicas. Paul Auster escreveu no seu “Da mão para a boca”, que esteve quase a desistir de escrever, até o dia em que assistiu a um bailado e tudo lhe apareceu claro, as palavras, as frases, o enredo, tudo lhe foi revelado no meio de saltos aéreos dos dançarinos e então, só então, as histórias que escrevia mentalmente, puderam por fim ver a luz do dia. O meu conterrâneo Cardoso Pires, dizia que por vezes passava horas a lutar com uma única frase. Estes dois autores parecem-me representar os escritores do SIM, em contraponto aos teus Bartelys. Aliás, o teu "Paris não tem fim", é um bom exemplo de escritores do SIM, e dessa luta desesperante em fazer algum sentido. Lobo Antunes, outro meu nobre conterrâneo, diz que vale sempre a pena ler os clássicos para depois os pudermos plagiar inocentemente (bonito não é?). Como se acaba um romance inacabado ou como se criam personagens credíveis é um assunto sobre o qual nunca teria coragem de te perguntar e duvido mesmo da existência de uma resposta clara, senão a que descobrimos a escrever e a voltar a rescrever. Assim despeço-me, roubando uma frase tua, “Quem sou eu para escrever? E quem são os outros para me lerem?”
Sem mais nem menos,
Nuno Vieira
quarta-feira, maio 07, 2008
Vladimir Nobokov
sábado, abril 26, 2008
Click
sexta-feira, abril 25, 2008
25 de Abril Sempre

Era muito pequeno, tinha dois anitos. Lembro-me de festejar o 1 de Maio com os meus pais na Avenida da Liberdade, no ano em que tudo correu mal e a polícia agrediu jovens e velhos. Ouvi contar as manobras que o meu pai fez para não ir para ultramar lutar por uma guerra em que não acreditava. Por pouco não sou Francês de Paris de França. Tudo se resolveu e o meu pai lá seguiu para os açores onde salvo erro penou dois ou três anos. A alegria era finalmente gritada pelas ruas. Nunca a recordação do 25 de ABRIL foi tão necessária como agora, quando nos obrigam a concordar com Tratados Europeus e etc e tal, que não sabemos bem o que são. Quando nos impigem uma teoria de educação podre e minada do salve quem puder, alunos incluídos, uma precariedade no trabalho, a subjugação, a denúncia etc e tal. A liberdade é o que faz de nós homens e temos obrigação de a exigir. NÃO ME OBRIGEM A VIR PARA A RUA GRITAR!
REPREENSÃO
Depois de fuzilado
ao levar
o tiro na nuca pra acabar
chateou-se
e viu-se obrigado
a explicar
ao major
que comandava o pelotão
que o tinha fuzilado
por favor
preste atenção
e não me obrigue a repetir
a repreensão
na próxima vez
que mandar matar
dê tempo ao morto
pra gritar
convicto
um último viva a revolução.
"Contos do Gin-Tonic", Mário-Henrique Leiria
quinta-feira, abril 24, 2008
Enrique Vila-Matas (segunda parte)
domingo, abril 20, 2008
Enrique Vila-Matas
Uma citação de uma citação enigmática de um livro que ando por estes dias a ler chamado: Bartleby & Companhia do divertido e muito imaginativo escritor catalão Enrique Vila-Matas. Este escritor vai estar em Matosinhos (Galeria Municipal) na próxima Segunda-feira (dia 21) para apresentação de um novo livro e uma conferência acompanhado por Nuno Judice, José Riço Direitinho, Teresa Loo (escritora holandesa). A moderação da mesa fica a cargo de Laurinda Alves (já lhe perdoei aquilo do aborto!). Às 18h00 para quem se interessar por estas coisas que pouco interessam a ninguém. Fica aqui o link para o programa: Literatura em Viagem.
sexta-feira, abril 18, 2008
O estranho
domingo, abril 13, 2008
10 canções - parte 9/10

The The - This Is The Day
quinta-feira, abril 10, 2008
10 canções - parte 8/10

Tom Waits - I hope that i dont fall in love with you
sábado, abril 05, 2008
Tri-Campeonato

Amanhã lá estarei no Dragão, com seis pontos ou não. Custa engolir a treta dos pontos vinda de uma justiça com ânsia de vingança. Custa engolir coisas como o que ouvi um "comentador" dizer na televisão, que seis pontos não compensam vinte anos. Quem não reconhece o mérito do FCP ao longo destes vintes anos não é "comentador", mas sim um escroque revoltado. Vamos para o TRI Campeão, com ou sem seis pontos, eu digo Campeão porque mesmo se o Porto perdesse todos os jogos até ao fim do campeonato ninguém conseguia chegar perto.
sexta-feira, abril 04, 2008
Martin Luther King, Jr.
De vez em quando a humanidade é abençoado por profetas, por verdadeiros Homens que não se guiam por interesses, preconceitos e parecem pairar em cima de todos nós, comuns mortais. Homens que conseguem imaginar a humanidade como uma só, sem brechas nem sofismas. Martin Luther King permanece um exemplo para a Humanidade. O vídeo é um discurso arrebatador, nem acho que vale a pena ver o Homem que o profere, é irrelevante. É o discurso mais sentido, sem cábulas, porque está tudo lá, a luz, a humanidade, a partida e a chegada, nem sequer é preciso ler nas entrelinhas, porque não tem entrelinhas. O futuro da humanidade não pode andar muito longe destas palavras sábias. Os filhos de Martin Luther King, são os meus filhos também. "I have a dream that my four childrens will one day live in a nation (WORLD) where they will not be judge by the color of there skin (BY NO APPEARANCE) but by the content of their character". Faz hoje quarenta anos que um cobarde seco de esperança como um cadáver ao sol, matou Martin Luther King. Aprendemos alguma coisa?
http://youtube.com/watch?v=IWTKZLKWYHE (Não consegui incluir o vídeo e depois de muita luta com o HTML, achei melhor deixar aqui o endereço)
quarta-feira, abril 02, 2008
10 canções - parte 7/10

The Velvet Underground - Rock N Roll
domingo, março 30, 2008
Blaise Cendrars, Aventureiro e Escritor
sexta-feira, março 28, 2008
10 canções - parte 6/10

Pixies - Gigantic
A banda que me salvou a vida. Não literalmente claro, mas que me ajudou a perceber que o rock ´n´roll não estava morto. Anos noventa parece-me, mas não posso ter a certeza absoluta desse facto. O que posso ter a certeza absoluta é que os Pixies apareceram com o álbum Surfer Rosa (1988) quando já ninguém esperava por eles, e com isso, ajudaram na pós-revolução que segurou o rock, não o deixando desfalecer em lenta agonia, inflamando-o de ar fresco e puro que se prolongou talvez, até ao Nevermind dos Nirvana. Os Pixies são, e confesso agora e talvez nunca mais, a minha banda preferida de todos os tempos; se disserem que eu disse isto, eu desminto categoricamente. Escolhi esta música porque é cantada pela Kim Deal, desculpa Black Francis, eras tu ou o Lou Reed. Eu explico. Aqui a escolha está ligada ao facto doloroso de a próxima música nesta lista, não ser a Nico, dos Velvet Underground a cantar "I´ll Be Your Mirror", mas tinha de misturar a sedução feminina neste enredo, sem a vossa suavidade e encanto todas estas as listas ficam amputadas. A verdade, é que podia ter escolhido uma dezena de músicas dos Pixies, enfim todas.
quinta-feira, março 27, 2008
Pequim 2008

quarta-feira, março 26, 2008
Henry Miller, 1952
terça-feira, março 25, 2008
10 canções - parte 5/10

U2 - Running to Stand Still
sábado, março 22, 2008
10 canções - parte 4/10

Ramones - Do You Remember Rock´n´Roll Radio
Os Ramones são do tempo das rádios piratas aqui no Porto, como a Rádio Caos (93.4 MHz) na Praça da República ou da Rádio Cultura (90.0 Mhz) no Marquês. Existia um programa, emitido pela Caos, todos os fins de tarde, que tinha como genérico a música dos Ramones, Do You Remember Rock ´n´Roll Radio. Cheguei nessa altura, com um amigo mais velho, a fazer alguns programas na Caos (tinhamos praticamente de pagar para manter o programa). Durante essas sessões fiquei a conhecer mais bandas do que até então. Aliás nunca tinha visto tantos discos juntos em toda a minha vida. Joy Division, Durutti Column, Echo And The Bunnymen, Killing Joke, U2, Cabaret Voltaire, Devo, The Fall, The Sonics, The Who, Bauhaus, entre muitas outras bandas que explodiam numa Inglaterra infestada pelo liberalismo de Thatcher e do pós-punk. Os Ramones são americanos mas marcam a minha passagem entre o punk e o pós-punk, a viragem para outro tipo de som, outras letras, outras músicas, o percurso até ai feito de dentro para fora, começou a fazer-se no sentido inverso. A quarta música é o Do You Remember Rock ´n´ Roll Radio para dançarem ai em casa, eu vou concerteza.
sexta-feira, março 21, 2008
10 canções - parte 3/10
Seria muito injusto não referir a paixão que senti pelas músicas do Bruce Springsteen. Quase ao mesmo tempo do punk, aqui a ordem cronológica pode não ser a exacta, andei a coleccionar discos do Boss. A América fascinava-me na altura, ainda me fascina agora, e nada melhor do que as letras dos primeiros álbuns do Springsteen para sorver um pouco dessa terra tão distante e cheia de mistérios. Conheci a sua música quando foi lançado o mega-super estrondoso e lider de tops de vendas, Born In The U.S.A (1986), mas os discos antes desse são mais carne e sangue, mais sentimento, mais reais, mais a América desconhecida dos desalentos e terras prometidas. As auto-estradas que cruzam terriolas perdidas são a última salvação para quem quer fugir do vazio e partir atrás do sonho. Amores desavindos, filhos não programados, pessoas desempregadas e casas com hipotecas demasiado caras, gente que perde o norte e invariavelmente parte, gente como a gente realmente é. Curiosamente, ou não, foi através de pesquisas sobre o Springsteen que fiquei a conhecer escritores como Jack Kerouac e Jack London, cinestras como Coppola e os irmãos Coen e músicos como Elvis Costelo e Tom Waits, estavam os três num disco que comprei em homenagem a Roy Orbinson, chamado Roy Orbinson and Friends. O que sei sobre a América tem as suas raizes na música de Springsteen e se existe alguma canção que melhor junta as facetas da sua música é Thunder Road (1975), que fica aqui como a terceira música. Uma justa referência ao álbum Nebraska (1982), todo ele acústico e o único que ainda ouço com prazer hoje em dia.
quinta-feira, março 20, 2008
10 canções - parte 2/10

Tha Clash - Spanish Bombs
quarta-feira, março 19, 2008
10 canções - parte 1/10

Sérgio Godinho - Com Um Brilhozinho Nos Olhos
terça-feira, março 18, 2008
The Black Keys
The Black Keys são uma banda de blues-rock composta por Daniel Auerbach (voz e guitarra) e Patrick Carney (bateria), de Akron, Ohio. Conheço bem o álbum Rubber Factory, o primeiro que ouvi e que ainda hoje me parece o mais conseguido e nunca mais deixei de lhes seguir os passos. Attack & Release lançado este ano, trás boas recordações e é de ouvir com atenção. A designação blues-rock não é inocente já que considero que a mescla que eles conseguem entre dois géneros é assinalável, muito inteligente e sensível. A técnica de Slide, que consiste em deslizar um pequeno tubo oco sobre as cordas eléctricas, trás à lembrança as paisagens de Ray Cooder e mais recentemente Ben Harper. Deixo aqui uma música de Rubber Factory.The Big Come Up (2002)
Thickfreakness (2003)
Rubber Factory (2004)
Magic Potion (2006)
Attack & Release (2008)
The Black Keys_the lengths
domingo, março 16, 2008
Amy Winehouse & Joss Stone
Em que estas duas cantoras se assemelham? Primeiro as divinas vozes de ambas e um conjunto de boas e algumas excelentes músicas. Em segundo, o facto se serem ambas Inglesas e não Norte-Americanas. Estranho? Talvez não. O facto de serem ambas brancas a cantar músicas com raízes negras, como o Blues? Estranho? Claro que não, os Rolling Stones fizeram isso nos anos sessenta. E quais são então as diferenças além das óbvias? Lembram-se da polémica sobre Joss Stone quando se falou de como era possível uma rapariguinha de 18 anitos, protegida da aspereza da vida por uma educação cuidada, proveniente dos subúrbios de Londres, e que saltou para o estrelato numa espécie de “Chuva das Estrelas” made in England, ter uma voz comparável a Aretha Franklin, a diva Americana que tinha sofrido nos becos urbanos a agrestes desventuras emocionais? Uma voz que toda a gente sabia cantar a dor e a tristeza de uma vida vivida e dolorosa? Não, não era possível! Como podia ser possível?Porque que é que o público americano prestou mais reverência e entusiasmo a Amy? Porque ela é aquilo que uma cantora de blues tem de ser. Aquele redemoinho anárquico que gira na vida privada de Amy, é o que todos queremos ver. As drogas, o álcool, namorado na prisão, clínicas de reabilitação todos os meses. Ela sim tem o direito para cantar os Blues. Terá? Ela sofre o suficiente para a sua voz conter a angústia dos Blues. Sofrerá?
Quem tem direito a quê? Parece-me, de facto, e dou o braço a torcer, que sinto mais a rua, o sangue e a ruína emocional na voz de Amy, do que na de Joss Stone. Serão as letras das músicas? Será impressão? Será indução? Quem sabe? Talvez não seja realmente possível uma miúda sem calos ter a mesma voz de Aretha Franklin. E Amy será uma miúda mimada? Existe sempre qualquer coisa, qualquer coisa que vem de dentro, mas de tão dentro que é impossível imitar. Talvez nada disto tenha importância alguma para quem ouve com prazer a música de ambas. Mas a história, esse rolo compressor, dirá de sua justiça daqui a quase nada.
sábado, março 15, 2008
Sam Shepard
Foi em 1943 que Sam Shepard nasceu. O seu pai era piloto da força aérea e os anos em que passou perseguindo o pai de base para base causaram-lhe forte impressão, senão os temas para as suas primeiras peças dramáticas: "Eu sinto que nunca tive uma casa, compreendem? Sinto-me ligado a este pais, mas nunca sei exactamente onde pertenço...Existe sempre este nostalgia por um lugar, um lugar onde consiga encontrar-me comigo mesmo."sexta-feira, março 14, 2008
Raymond Carver

Raymond Carver nasceu em 1938, no seio de uma família muito pobre. Empregou-se numa serração de madeira e, aos 19 anos, casou. Para sustentar a família foi porteiro de um hospital, vendedor de enciclopédias, motorista de pesados, empregado numa bomba de gasolina, etc.., conseguindo, porém, tempo para frequentar um curso de "escrita criativa". Após vários dramas provocados pelo seu alcoolismo, a mulher deixou-o definitivamente em 1977. Conheceu a poetisa Tess Galagher, com quem partilhou os últimos onze anos da sua vida. "Queres fazer o favor de te calares?" (Teorema, 1989), "De que falamos quando falamos de Amor" (Teorema, 1987) e "Catedral" (Teorema, 1983), são os livros de contos mais conhecidos entre nós. Infelizmente, já não conseguiu vir a Lisboa, onde o esperávamos em Outubro de 1988. A morte prematura, em consequência de um cancro, levou-o a 2 de Agosto de 1988.
quinta-feira, março 13, 2008
Times They Are A Changing
domingo, fevereiro 10, 2008
Passado um ano
quinta-feira, fevereiro 01, 2007
quinta-feira, outubro 12, 2006
Canções 11
Sobre Tom Waits já disse tudo num post de 31 de Março (Canções 8), só não tinha ainda descoberto o YouTube nessa altura.
Video realizado por Jim Jarmusch.
terça-feira, outubro 10, 2006
Diário de viagens fictícias
sexta-feira, outubro 06, 2006
Parabéns eu

Quando a tua morte se entrelaçou no meu nascimento, foi quando mais reparei em ti. Pensei neste dia que desapareceste e eu nasci, fazer-te uma pequena homenagem, nada de esfinges, tu sabes como detesto regressados, só uma coisa simples. Depois pensei que homenagens já tens bastantes e talvez o melhor seja pedir-te, não uma benção, antes uma direcção, um caminho seguro onde a tua voz guie os meus passos através da bruma dos dias, não me deixando impune. Não leves a mal a minha intenção é pura.
terça-feira, setembro 26, 2006
sábado, setembro 16, 2006
Arqui-inimigo

quinta-feira, setembro 14, 2006
Leituras 11

terça-feira, setembro 12, 2006
Parte do que sou...
segunda-feira, setembro 11, 2006
quinta-feira, setembro 07, 2006
Morto no deserto
Pearl Jam

sexta-feira, setembro 01, 2006
Canções 10
Heroin
quinta-feira, agosto 31, 2006
Em memória de Pat

sexta-feira, agosto 18, 2006
Intercéltico Sendim 2006
sábado, julho 29, 2006
terça-feira, julho 11, 2006
Amanhã seria diferente
quarta-feira, julho 05, 2006
Estou triste é certo, mas não assim tão triste
MIA COUTO "Jornal de Letras" de 10 de Maio.
sábado, junho 10, 2006
Sexta
Eu sei irmão abraço,
Agarra-me nesta injecção que nos dão,
A cura da nossa inquietação.
Estão fartos os meus irmãos,
Nossa loucura não é a deles,
Corrupio, devaneio, aguerrido,
Não são flores não,
É só vil,
Porcas folhas de papel
Tua paixão queremos paixão,
A carne solta do corpo
Amor a desbotar rebentar.
Estão fartos meus irmãos,
Do vil como eu.
Eu farto estarei também.
Sempre em vós respirarei.
Aconchego.
Sempre.
Vos procurareis.
quarta-feira, maio 31, 2006
Um Mal Menor
sábado, maio 27, 2006
Ainda sou do tempo...
segunda-feira, maio 22, 2006
...e passou um ano.
Bem Ajam vizinhos!
terça-feira, maio 16, 2006
Incêndios florestais
sábado, maio 06, 2006
segunda-feira, maio 01, 2006
Leituras 10

sábado, abril 29, 2006
Canções 9
Nobody Home
I've got a little black book with my poems in.
There's still nobody home.
sexta-feira, abril 28, 2006
Poema
O aspecto carnavalesco lhe vinha menos do frangalho de fantasia do que do seu ar de extrema penúria. Fez por parecer alegre. Mas o sorriso se lhe transmudou em ricto amargo. E os olhos ficaram baços, como duas poças de água suja... Então, para cortar o soluço que advinhei subindo de sua garganta, puxei-a para ao pé de mim e, com doçura:
- Tu és a minha esperança de felicidade e cada dia que passa eu te quero mais, com perdida volúpia, com desesperação e angústia...
Manuel Bandeira (1886 - 1968)
domingo, abril 23, 2006
A minha cidade campeã.
Lembro-me quando o meu irmão tinha 13 anos e numa noite de S.João, perguntou inocente ao meu pai: “Este ano não ouve aquela festa antes do S.João?” A festa era o Porto campeão, foi o Boavista e bem aja também. A cidade também vibrou. Viva a minha cidade campeã!
sexta-feira, abril 21, 2006
Novo blog
segunda-feira, abril 17, 2006
Porto
quinta-feira, abril 13, 2006
Fumar Mata
quarta-feira, abril 12, 2006
sexta-feira, abril 07, 2006
Os copos dançam
A balada dos perdidos,
Batons vermelhos no escuro
Abrem-se em sorrisos duros.
Já fomos muito mais
Heróicos nas batalhas travadas,
Armas com cravos exportávamos,
Gente era gente não uma patente.
terça-feira, abril 04, 2006
Ouço um autocarro na noite
Ofegante na desacelaração em desabafo,
Lambe a curva apertada
Antes da acelaração desesperada,
Rasgando passados esquecendo promessas,
Para a frente é que é estrada.
Quem levará aquele carro,
A esta hora da madrugada?
Que Porto procuram os viajantes?
Preferem crescer embriegados
Dos crescidos adultos mutilados,
Ou presos no cansaço de um coração tardio?
Decidi, quero entrar,
Não espero nem mais um segundo,
Parem o mundo que quero meter o pé,
E como um intruso participar,
Nesta farsa burlesca, deveras dantesca.
Coluna direita, olhos em frente.
segunda-feira, abril 03, 2006
Canção de amigo
Três dedos de bilhar,
Uma cerveja fresca,
Na esplanada junto ao mar.
Não conta as estrelas
Mas tem jeito de sonhador,
Um sorriso franco,
Que se confunde com Amor.
Não entra em discussões
Que sabe vai perder,
Prefere a mulher fresca
Que passa a correr.
Tem um coração ingénuo
Impossível de mal tratar,
Mas se o caldo se entorna,
Mete o punho até estalar.
Gostava um dia de ser
Alguém forte como ele,
A vida não lhe mete medo
Seja qual for o enredo.
O sorriso no canto da boca
De quem nada pode perder,
Porque cresceu sem nada
E tudo parece ter.

















